É preciso dedicar-se ao Sacro-ofício de Cuidar. Para criar um filho precisamos sacrificar nossos conceitos, nossa forma de compreender mundo, nossas posturas arbitrárias e muitos de nossos hábitos. Precisamos sacrificar nossa arrogante visão adultocêntrica e ficar de joelhos para alcançar o seu olhar, fazer o exercício de empatia e buscar enxergar o mundo pelos seus olhos, e sentir a vida pelo seu coração.
Precisamos entregar em sacrifício a pessoa que um dia fomos, e deixar
brotar dessa nova (e sempre renovada) relação uma também nova
identidade. Renascemos a cada vez que uma criança nos tira a paciência,
nos faz sentir raiva ou medo, nos deixa sem resposta, sem ação... e nos
joga na cara nossa insegurança, fragilidade, nossas sombras, e assim nos
dá a grande oportunidade de encontrarmos com nós mesmos. E nos
refazermos.
Quando seu filho parecer estar com problemas, olhe para si mesmo. Procure o que precisa transformar, o que precisa de cuidado. Para criar uma criança, é preciso nos recriarmos. Sempre!
Quando seu filho parecer estar com problemas, olhe para si mesmo. Procure o que precisa transformar, o que precisa de cuidado. Para criar uma criança, é preciso nos recriarmos. Sempre!
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