A doula não é o profissional técnico responsável pela assistência ao parto.
Ou seja: a doula não “apara menino”.
A doula não realiza procedimentos clínicos: ela não mede pressão, não ausculta o coração do bebê, não faz exame de toque.
A doula não “faz toque”.
O toque da doula é outro, bem outro.
O toque da doula é o segurar na mão, e com isso transmitir segurança e (lembrar da auto-)confiança.
O toque da doula é a carícia no cabelo para relaxar ou aquela pressão forte que ajuda a aliviar as dores da contração que expande o corpo da gestante.
O toque da doula é a massagem suave nos seios, que ajudam a aliviar o ingurgitamento dos primeiros dias da amamentação.
O toque da doula é a empatia, e não é medido em centímetros nem em polpas digitais.
É um toque que se traduz em Presença (contínua), e com isso faz toda a diferença!
Deixemos o (exame de) toque para os profissionais habilitados: enfermeiras obstetras, obstetrizes, médicos obstetras. As doulas temos outras coisas com que nos (pre)ocupar.
Uma presença contínua que gera autononomia: esse é o nosso toque!
* Na foto de Roberta Martins, o toque da querida doula Karin Ballay no trabalho de parto de Ângela Pereira.
O toque da doula é a carícia no cabelo para relaxar ou aquela pressão forte que ajuda a aliviar as dores da contração que expande o corpo da gestante.
O toque da doula é a massagem suave nos seios, que ajudam a aliviar o ingurgitamento dos primeiros dias da amamentação.
O toque da doula é a empatia, e não é medido em centímetros nem em polpas digitais.
É um toque que se traduz em Presença (contínua), e com isso faz toda a diferença!
Deixemos o (exame de) toque para os profissionais habilitados: enfermeiras obstetras, obstetrizes, médicos obstetras. As doulas temos outras coisas com que nos (pre)ocupar.
Uma presença contínua que gera autononomia: esse é o nosso toque!
* Na foto de Roberta Martins, o toque da querida doula Karin Ballay no trabalho de parto de Ângela Pereira.

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