Por Carla Weyne, psicóloga, educadora e consultora em amamentação da Equipe Mãe do Corpo
O plano de parto é um instrumento que tem sido bastante usado por gestantes e profissionais na busca de uma assistência humanizada ao nascimento. Ele é um documento que expressa as escolhas da gestante, e assim concretiza um dos pilares do paradigma da Humanização da Assistência ao Parto: a autonomia e protagonismo da mulher. Mas existem também alguns equívocos relacionados ao plano de parto, que muitas vezes mais complicam a relação entre gestantes e profissionais do que facilitam o diálogo.
O plano de parto não é:
- um cardápio, com opções de produtos a escolher na assistência ao parto
- uma prescrição ou norma, que indica exatamente o que o profissional (obstetra ou enfermeira obstetra) irá fazer
- um check list, com os itens necessários a um “parto humanizado”
Em nossa prática de acompanhamento da gestação e parto na Equipe Mãe do Corpo, compreendemos o plano de parto como um valioso instrumento de reflexão e diálogo. Ele possibilita à própria gestante (e os acompanhantes que ela escolher para estarem em seu parto) primeiro tomarem consciência a respeito dos processos e procedimentos envolvidos na assistência ao parto, seja hospitalar ou domiciliar, e a partir daí realizarem um planejamento da assistência ao seu trabalho de parto e parto, fazendo escolhas de forma consciente.
Em segundo lugar, o plano de parto é também uma ferramenta importante para promover e facilitar o diálogo (e possíveis “negociações”) com o profissional que irá realizar essa assistência, seja o pré-natalista, seja o plantonista do hospital. Assim, ajuda a construir uma relação mais horizontal entre gestante e equipe, incluindo o neonatologista (no que diz respeito aos procedimentos com o bebê) e o pessoal da enfermagem.
Você pode buscar exemplos de plano de parto na internet. Use-os não como modelos, mas como fontes de inspiração, para escrever o SEU plano de parto, que deve ser singular e único, como VOCÊ!
- um cardápio, com opções de produtos a escolher na assistência ao parto
- uma prescrição ou norma, que indica exatamente o que o profissional (obstetra ou enfermeira obstetra) irá fazer
- um check list, com os itens necessários a um “parto humanizado”
Em nossa prática de acompanhamento da gestação e parto na Equipe Mãe do Corpo, compreendemos o plano de parto como um valioso instrumento de reflexão e diálogo. Ele possibilita à própria gestante (e os acompanhantes que ela escolher para estarem em seu parto) primeiro tomarem consciência a respeito dos processos e procedimentos envolvidos na assistência ao parto, seja hospitalar ou domiciliar, e a partir daí realizarem um planejamento da assistência ao seu trabalho de parto e parto, fazendo escolhas de forma consciente.
Em segundo lugar, o plano de parto é também uma ferramenta importante para promover e facilitar o diálogo (e possíveis “negociações”) com o profissional que irá realizar essa assistência, seja o pré-natalista, seja o plantonista do hospital. Assim, ajuda a construir uma relação mais horizontal entre gestante e equipe, incluindo o neonatologista (no que diz respeito aos procedimentos com o bebê) e o pessoal da enfermagem.
Você pode buscar exemplos de plano de parto na internet. Use-os não como modelos, mas como fontes de inspiração, para escrever o SEU plano de parto, que deve ser singular e único, como VOCÊ!

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